Os cartões de crédito, decididamente vieram para ficar. Os pós-pagos (aqueles onde o consumidor paga posteriormente no cartão) são 35 milhões. Os cartões pré-pagos (que são os que possuem um valor limite a ser usado mensalmente, como uma mesada) somam 10 mil.

Com essa grande quantidade de cartões disponíveis e sendo utilizados em grande escala, era certo aparecerem problemas relacionados a fraudes e roubos de cartões.

Há anos atrás as instituições financeiras começaram a investir pesadas somas de dinheiro para evitar que seus clientes e elas mesmas fossem vitimas de fraudes, em especial os virtuais. Foram gastos em 2005, R$ 1,2 bilhões em compras, e os golpes atingiram o patamar de R$ 300 milhões de reais.

Para tentar diminuir o prejuízo, os bancos tentam trabalhar junto aos usuários na educação dos internautas. O problema não está nas tecnologias, que já tiveram todos os seus problemas sanados, mas nos internautas que não sabem utilizar o serviço e muitas vezes clicam em lugares onde não deveriam, facilitando o roubo das informações.

A utilização dos bancos via internet torna esse processo extremamente ágil e prático, porém as pessoas ainda precisam ser educadas na sua utilização. Instituições financeiras de modo muito tímido têm colocado algumas informações em seus sites sobre segurança.

O Banco Itaú, se adiantou e veiculou na TV e na imprensa anúncios ensinando como diminuir os sucessos do estelionatário. Porém, os fraudadores virtuais trabalham constantemente aprimorando seus golpes e táticas em busca de conseguirem obter os números de cartões de crédito. É um mercado paralelo, onde se empenham com afinco e buscam criar sempre estratégias inteligentes, fim de enganar até os internautas mais espertos.